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/d/ - Discussão Séria

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 No.403

- Bom confrades, acho que todos concordam que qualquer tentativa de negação da existência de raças com diferentes capacidades físicas assim como cognitivas não faz sentido, neste texto irei apresentar provas da existências de raças na espécie humana.
Para começar a argumentação podemos pegar um exemplo as raças podem ser observadas praticamente em todos os animais, o melhor exemplo são os cachorros, é possível observar a grande variedade de raças que apresentam diferentes características, Beagles (grandes capacidades cognitivas) e Bulldos (grandes capacidades físicas), eu poderia ficar citando milhares de exemplos para comprovar o ponto, portanto raças são normais, a distinção de uma raça vai desde as diferenças visuais até diferenças cognitivas.
Muitas pessoas dizem que não existem raças humanas e as capacidades diferentes não existem, que são apenas valores morais e de criação que criam essa distinção, porém não, é possível observar com uma simples pesquisa e checar índices um fato curioso, os negros/pardos sempre estão em índices totalmente menores, apresentado as menores classes sociais, fonte de renda, alfabetização e etc… Porém na maioria das vezes a raça branca sempre se destaca em todos estes índices, riqueza etc… O único setor que raramente os negros conseguem se destacar são em áreas que é necessário capacidades físicas que não exigem o raciocínio lógico como fator principal. Seguindo este é raciocínio fica muito evidente a grande diferença entre estas duas raças, muitas pessoas tentam rebater os seguintes argumentos dizendo que os negros apenas se encontram em classes sociais menores pela exploração do homem branco, mas… isto só comprova o raciocínio a cima irei explicar.
Seguinte o fato que todos os seres humanos, raça branca e raça negra, começaram a existir praticamente ao mesmo tempo (negros até vieram antes), todos tiveram os mesmos recursos, materiais etc… Ninguém começou na frente, não existia preconceito racial gerando desigualdade, logo vem a pergunta se todos começaram iguais então por qual motivo os brancos se destacaram? Pelo simples fato do acaso e da aletoriaridade nós brancos possuímos mais raciocínio e mais capacidades cognitivas do que os negros, então se nós dominantes a eles e hoje em dia são fracassados, sugadores e pobres isto está devido ao simples fato de nós sermos superiores. (existem exceções na raça negra assim como na branca).
Todos no começo da humanidade vieram do mesmo ponto de partida, é muito simples comparar grandes construções no ocidente e etc, e as merdas que os negros fazem na afríca. Um territorio totalmente deles e essa sub-raça consegue destruir e agora tentam fugir para europa, a ideia de globalização, e que somos equivalentes aos negros está acabando com o mundo, os negros apenas conseguem se destacar em algumas áreas pela ajuda estatal.
Concluindo, sim existem diferentes raças. Nós não devemos nada aos negros, pois todos começaram do mesmo ponto de partida.

 No.406

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Como essa board é sobre discussão séria, vou te dar uma resposta coerente.

Para começar, recomendo que leia a Origem das Espécies e entenda de fato o que é uma raça. O próprio Darwin fala que as "raças" de cães, gatos, pombos, cavalos e qualquer outro animal domesticável não são raças de fato. Nós apenas os chamamos de raça porque sabemos da onde todos eles vieram, e por causa da mentalidade criacionista, onde eles seriam "derivações" do cachorro perfeito. E as de cachorro vão além, as "raças" caninas não abrangem todos os cachorros, mas apenas os considerados com qualidades estéticas dignas de serem uma raça. Essa definição foi herdada da era vitoriana, se não me engano.

Dito isso, o que é raça? Enquanto espécie são as variações de um gênero, raça são as variações de uma espécie. Ou seja, por DEFINIÇÃO, raça precisa necessariamente constar PEQUENAS E INSIGNIFICANTES diferenças entre a mesma espécie, que irão se divergir em MILHARES de anos.

Outro ponto é que o livro inteiro de Darwin se propõe a provar que espécie não existe, é apenas um método de catalogação conveniente. Podemos muito bem ver a diferença entre um albatroz e uma baleia, mas quando tentamos diferenciar, por exemplo, duas espécies de besouros, as coisas ficam muito mais complexas. Resumindo, espécie é uma medida de conveniência, e não uma lei imutável da natureza. tanto que atualmente existem em voga mais de 20 definições de espécie. Dependendo da definição, duas "espécies" diferentes podem ser consideradas a mesma espécie. Dito isso, se nem ESPÉCIE existe direito, imagina RAÇA?

Mas beleza, eu posso forçar a definição para separar o ser humano em raças. Isso é algo que nós fazemos atualmente. Levamos em consideração as diferenças biológicas, como pequenas diferenças no fenótipo, e culturais. Mas POR DEFINIÇÃO, raça precisa necessariamente ser mudanças pequenas. Vemos, por exemplo, uma pessoa com o crânio um pouco mais avançado, ou o nariz um pouco mais fino. Uma diferenciação notória na capacidade cognitiva transcenderia a definição de raça, e teríamos que usar outro meio de catalogação.

E dito isso, TODAS as pesquisas atuais, corrigidas para levar em conta a condição social, mostram que brancos, negros, asiáticos, etc. etc. têm a mesma capacidade cognitiva. Então por que os europeus se toraram as raças mais bem-sucedidas do planeta por centenas de anos? Cultura. O europeu foi o primeiro povo a desenvolver um método científico que pode ser amplamente aplicado em qualquer coisa, e que se aliou intimamente ao imperialismo europeu. Recomendo ler Sapiens para entender o assunto com mais profundidade.

E se você REALMENTE levar esse papo-furado de raças a sério, então tem que, por definição, ACEITAR que a imigração em massa de negros e árabes para a Europa mostra SUPERIORIDADE GENÉTICA, já que o melhor sempre sobrevive, e que talvez os brancos não sejam tão bons assim.

Enfim, já está na hora de você sair dessa sua bolha de chan, anão. Você não é tão especial assim.

 No.409

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>>406
>e dito isso, TODAS as pesquisas atuais, corrigidas para levar em conta a condição social, mostram que brancos, negros, asiáticos, etc. etc. têm a mesma capacidade cognitiva
Bati o olho nessa parte do post e ignorei todo resto, dá para ver que não passa esquizofrenia de palpiteiro igualitário.
"Pesquisa atual corrigida" = sociologia marxista baseadas em mitos como supremacia branca e opressão de negros. Sito muito, mas isso não é ciência.

Nos EUA, negros continuam tendo um QI médio de somente 85 e latinos de 89. As médias para brancos e asiáticos são em torno de 100 [1].

A diferença entre negros e brancos existiu por pelo menos 50 anos sem significante alteração [2]. Em verdade, essa diferença persiste por todas as linhas sócio-econômicas.

Como um grupo, crianças brancas empobrecidas têm QI mais elevado do que crianças negras de classe média-alta [3]. Crianças negras adotadas em famílias brancas de classe média demonstraram-se regredir às médias de QI 85 de todos os negros americanos [4]. Até a adoção não tem qualquer efeito sobre inteligência adulta.

Peritos em inteligência quase universalmente concordam que essas diferenças sejam causadas por diferenças genéticas entre as raças. Por volta de 70% da inteligência é herdada geneticamente [5]; assim mesmo que disparidades nutricionais e de renda sejam eliminadas, a diferença de QI entre negros e brancos permanecerá virtualmente inalterada [6].

A história confirma essas diferenças de inteligência. Nenhuma sociedade negra africana nem mesmo domesticou animais [7], inventou uma linguagem escrita, o arado ou a roda [8].

Na África negra, o QI médio é de somente 68 [9]. Esse número é 2 pontos menor do que percentual mínimo para retardamento mental (70) [10]. Esse baixo nível de inteligência explica a falta de habilidade dos africanos para saírem da pobreza. O QI mais elevado de 85 para negros americanos foi criado pela mistura das raças branca e negra no Novo Mundo.

Nenhuma quantidade de dinheiro ou recurso injetado na África fará qualquer diferença. Uma população com um QI médio menor do que o retardamento mental nunca será capaz de criar uma sociedade civilizada.

Lições similares podem ser aprendidas para a comunidade afro-americana. Há uma gigante diferença de inteligência entre americanos brancos e negros. Nenhuma fração de programas ou boas intenções será capaz de elevar a ‘área pobre’ de sua pobreza ou fechar a diferença de êxito.

Até que nós sejamos capazes de mudar de genes, seremos incapazes de mudar a posição econômica.

Tão politicamente incorreto quanto parece, há grandes diferenças entre as raças em inteligência média. Essas diferenças não estão indo embora e produzem diferenças em cultura, sucesso econômico, preocupações teológicas e perspectiva de vida que para sempre causarão maior conflito.

Aqui estão as notas:
[1] Linda S. Gottfredson. ‘Mainstream Science on Intelligence: An Editorial With 52 Signatories, History, and Bibliography.’ University of Delaware. [Udel. edu].

[2] J. Philippe Rushton, Arthur R. Jensen. ‘The Rise and Fall of the Flynn Effect as a reason to expect the narrowing of Black-White IQ gap.’ Intelligence (Multi-Disciplinary Journal). [Psychology. uwo. ca].
Trecho: ‘Numa análise de pontuações matemáticas e de leitura a partir de testes tais como o NAEP e o Coleman Report pelos últimos 54 anos, demonstramos não haver qualquer estreitamento da diferença tanto em pontuações de QI quanto em realização educacional.’

[3] ‘Family Income Differences Explain Only a Small Part of the SAT Racial Scoring Gap.’ Journal of Blacks in Higher Education (JBHE). [Jbeh. com].

[4] Gregary Clark (University of California). ‘Your Ancestors, Your Fate.’ New York Times. [Nytimes. com].
Trecho: “Nos EUA, por exemplo, o QI das crianças adotadas correlaciona-se com o dos pais adotivos quando eles são jovens, mas a correlação é próxima a zero na maioridade. Há uma pequena correlação entre os rendimentos e a realização educacional de crianças adotadas e aqueles de seus pais adotivos.”

[5] Thomas J. Bouchard Jr. David T. Lykken, Matthew McGue, Nancy L. Segal, Auke Tellegen. ‘Sources of Human Psychological Differences: The Minnesota Study of Twins Reared Apart.’ Science (Journal). [Web.missouri. edu].
Trecho: ‘Como o anterior, estudos menores de gêmeos monozigóticos criados separados, cerca de 70% da variação em QI foi descoberta estar associada com variação genética.’

[6] Linda S. Gottfredson. ‘Mainstream Science on Intelligence: An Editorial With 52 Signatories, History, and Bibliography.’ University of Delaware. [Udel. edu].
Trecho: ‘Se todos os ambientes tivessem que se tornar iguais para todos, hereditariedade subiria em 100%…’

[7] Jared Diamond. ‘Guns, Germs, and Steal: The Fates of Human Societies.’ W.W. Norton & Company. Page 389-400.
Trecho: Animais domesticados: ‘‘Primeiro, com respeito aos animais domésticos, nós já vimos que aqueles da África Subsariana vieram da Eurásia, com a possível exceção de alguns do Norte da África. Como resultado, animais domésticos não chegaram à África Subsariana até milhares de anos depois que começaram a ser utilizados pelas civilizações emergentes Eurasianas. Isso é inicialmente surpreendente, porque pensamos a África como o continente de grandes mamíferos selvagens…”
Trecho: Escrita “…escrever não aparece independentemente no resto da África, onde isso, em lugar, foi trazido de fora pelos Árabes e Europeus” [Depois de explicar que isso surgiu do Norte da África não-negra e importado da Arábia a Etiópia].

[8] Dinesh D’Souza. ‘The End of Racism.’ Free Press Paperbacks. Page: 54. Books.google.com.
Trecho: Roda: ‘…sua invenção [roda] é usualmente creditada à Mesopotâmia Antiga, onde há evidência de seu uso antes de 3500 AC. Porém, mais do que 5.000 anos depois, a roda foi desconhecida em virtualmente toda África Negra.’
Trecho: Arado: ‘Virtualmente nenhuma comunidade nas Américas nem África Negra conheciam o arado até os Europeus o introduzirem na era moderna.’

[9] Richard Lynn (University of Ulster) Gerhard Meisenberg (Ross University). ‘O QI médio de Africanos Subsarianos: comentários de Wicherts, Dolan e van der Maas.’ Intelligence (A Multidisciplinary Journal). [reseachgate. net].
Trecho: ‘Os quatro dados agrupados podem ser medidos para fornecer um QI de 68 como a melhor leitura do QI na África Subsariana.’

[10] ‘Diagnostic criteria for Mental Retardation.’ [BehaveNet.Behavenet. com].
Trecho: ‘Significantemente abaixo da média funciona um QI de aproximadamente 70 ou abaixo sobre um teste de QI administrado individualmente…’

 No.411

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>>406
Puro lulz.

 No.412

>>409
Eu não usaria Richard Lynn como fonte, ele ativamente fraudou o resultado do teste de QI dos africanos.

 No.413

>>412
Eu não usaria como fonte um youtuber ANTIFA que não possui nem mesmo formação básica na área para opinar.

Tome aqui uma refutação acadêmica por um biólogo e geneticista sobre todas as mentiras deste ANTIFA. Não acredite em nada dito por ele, ele não passa de um ideólogo desonesto que ignora o que é inconveniente para continuar forçando uma esquizofrenia igualitária pseudo-científica.

1/4.

 No.414

>>413
2/4.

 No.416

>>414
3/4.

 No.418

>>416
4/4.

 No.429

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>>406
Minha nossa, quanta confusão mental. Já está na hora de você sair da sua bolha marxista e aceitar que igualdade é uma ideia, não uma realidade.

Espécie: substantivo feminino
1. característica comum que serve para dividir os seres em grupos; qualidade, natureza, gênero.
2. caso particular de algo genérico; variedade, tipo, sorte.

Espécie: s.f.
O que é comum e pode ser usado para separar os seres em grupos.
Conjunto de pessoas, animais ou vegetais que apresentam as mesmas características, pertencendo a mesma família: espécie animal, vegetal.
Biologia. Categoria de classificação taxonômica usada para descrever os seres morfologicamente parecidos que se reproduzem, gerando descendentes férteis.
Variedade; caso próprio de algo mais abrangente: o notebook é uma espécie de computador.
Condição; estado ou tipo social: povo de variadas espécies.

Etnia: substantivo feminino
antrpol coletividade de indivíduos que se diferencia por sua especificidade sociocultural, refletida principalmente na língua, religião e maneiras de agir; grupo étnico [Para alguns autores, a etnia pressupõe uma base biológica, podendo ser definida por uma raça, uma cultura ou ambas; o termo é evitado por parte da antropologia atual, por não haver recebido conceituação precisa, mas é comumente empr. na linguagem não terminológica.].

Etnia: s.f.
Grupo de pessoas que, embora possua a mesma origem ou história, tem diferenças de origem sociocultural, como: idioma, religião, hábitos ou comportamentos.

Raça: substantivo feminino
1. divisão tradicional e arbitrária dos grupos humanos, determinada pelo conjunto de caracteres físicos hereditários (cor da pele, formato da cabeça, tipo de cabelo etc.) [Etnologicamente, a noção de raça é rejeitada por se considerar a proximidade cultural de maior relevância do que o fator racial.].
2. conjunto de indivíduos pertencentes a cada um desses grupos.

Raça s.f.
Sucessão de ascendentes e descendentes de uma família, um povo; geração.
Grupo de indivíduos cujos caracteres biológicos são constantes e passam de uma a outra geração: raça branca, raça negra, raça amarela, raça vermelha.
História natural Subdivisão de uma espécie: raças humanas.

Se o conceito jurídico-científico-sociolinguístico de "raça" existe, é aceito, é diferente da de etnia e espécie, e que está fundamentado numa "divisão tradicional e arbitrária" baseadas nas "caracteres físicos hereditários (cor da pele, formato da cabeça, tipo de cabelo etc.)" e que tais "caracteres biológicos são constantes e passam de uma a outra geração", então dizer no plural que raças humanas existem, não têm nada de errado ou preconceituoso como tanto gostam de forçar.

Até a porcaria da ONU reconhece a existência de raças humanas com conceituação diferenciada da de etnia. Vemos isso quando lemos a "Convenção Para a Prevenção e a Repressão do Crime de Genocídio", de 1948, assim como o Estatuto de Roma do Tribunal Penal Internacional (TPI), em 1998, ambas contém uma definição idêntica:

Artigo II - Na presente Convenção, entende-se por "genocídio" qualquer dos seguintes atos, cometidos com a intenção de destruir, no todo ou em parte, um grupo nacional, étnico, racial ou religioso, tal como:
A) Assassinato de membros do grupo.
B) Dano grave à integridade física ou mental de membros do grupo;
C) Submissão intencional do grupo a condições de existência que lhe ocasionem a destruição física total ou parcial;
D) Medidas destinadas a impedir os nascimentos no seio do grupo;
E) Transferência forçada de menores do grupo para outro grupo.

 No.431

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>>406
>outro ponto é que o livro inteiro de Darwin se propõe a provar que espécie não existe
Com essa até eu facepalmei, e nem ao menos sou "religiosamente darwinista" e ainda por cima vejo problemas de estatística no neo-darwinismo.
Se você acredita em seleção natural, é um absurdo pensar que genes se selecionaram igualmente entre todos os grupos de animais a despeito do ambiente e variáveis enfrentadas. Isso vale para grupos humanos também.

>é apenas um método de catalogação conveniente

"A ciência na época de Darwin não tinha métodos para avaliar genes, logo o DNA está invalido." Brilhante.

>dito isso, se nem ESPÉCIE existe direito, imagina RAÇA?

Prossegue jogando o DNA na lata do lixo.

>mas POR DEFINIÇÃO, raça precisa necessariamente ser mudanças pequenas. Vemos, por exemplo, uma pessoa com o crânio um pouco mais avançado, ou o nariz um pouco mais fino. Uma diferenciação notória na capacidade cognitiva transcenderia a definição de raça

Pois é, o correto seria chamar de sub-espécie humana. Primeira pica relatada.
Acerca de mudanças pequenas, QI, cultura e até mesmo a psicologia dos povos demonstram como esse 'pequeno' é na verdade gigante.

>e dito isso, TODAS as pesquisas atuais, corrigidas para levar em conta a condição social, mostram que brancos, negros, asiáticos, etc. etc. têm a mesma capacidade cognitiva

Falso. Segunda pica relatada, leia o básico sobre polimorfismos de nucleotídeo único e sua concentração em diferentes grupos humanos para padrões genéticos específicos, depois estenda isso para a inteligência e veja seu mundinho desabando. Nos EUA, escolas e universidades de vários estados baniram testes de QI porque uin racismo. Se a realidade machuca o politicamente correto, então tem que censurar, é sempre assim.

 No.432

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>>406
>então por que os europeus se toraram as raças mais bem-sucedidas do planeta por centenas de anos? Cultura.
Vídeo relatado. Se é só a cultura, porque os africanos não se desenvolveram após adotar os valores europeus? Por que a África do Sul, por exemplo, era uma maravilha antes de Mandela e virou um lixo depois que negros resolveram governar com a estrutura deixada pelo homem branco?
Por que o mesmo não aconteceu com chineses, que herdaram a modernidade que o homem branco construiu e até melhorou em vários aspectos, como mostra o documentário Empire of Dust https://youtu.be/UPt9pGfpmS0 ?

>se você REALMENTE levar esse papo-furado de raças a sério, então tem que, por definição, ACEITAR que a imigração em massa de negros e árabes para a Europa mostra SUPERIORIDADE GENÉTICA, já que o melhor sempre sobrevive

Você parte do princípio de que a imigração em massa que a Europa presencia hoje e o multiculturalismo são acontecimentos espontâneos, e não financiados por fundações bilionárias e atores políticos subvserviso. Se o europeu não estivesse amarrado pelo esquerdismo e humanitarismo da democracia de massas imposta pela União Europeia, ele já teria repelido o invasor. Enquanto homo sapiens, miscigenação só tende a ser positiva entre grupos da mesma raça e olhe lá. Se misturar implica não apenas em transmitir características boas, mas as ruins também, de modo que as ruins podem acabar suplantando as boas.

Um gene dominante não necessariamente é um gene bom. O crime por exemplo é em grande parte um fator genético, vide o excesso de melanina, que provoca o comportamento violento:
http://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S0191886912000840

Lúpus e várias outras doenças são acelerados com a miscigenação, isso é conhecimento básico na medicina, só é politicamente incorreto falar.
Se você necessitar de um transplante de medula e for asiático, você precisará que outro asiático do leste asiático doe. Se você necessitar de doação de medula e for negro, você precisará que outro negro doe. Se você necessitar de doação de medula e for branco, você precisará que outro branco doe.
Quanto mais etnicamente próximo um é do outro, maior é a compatibilidade. Já indivíduos muito miscigenados tem índice recorde de rejeição de transplante de medula.
https://gauchazh.clicrbs.com.br/comportamento/noticia/2015/01/miscigenacao-dificulta-busca-de-brasileiros-por-um-doador-de-medula-ossea-4680698.html
https://web.archive.org/web/20150402063955/http://content.time.com/time/health/article/0,8599,1993074,00.html

Mas voltando a questão do crime e sua associação genética, leia isso:
http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/24326626
http://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S0191886912004047
http://www.dailymail.co.uk/sciencetech/article-1332927/New-research-suggests-criminal-behaviour-genes.html
http://faculty.uml.edu/jbyrne/heredityandcrime.pdf
http://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S0160289612000116
http://www.gwern.net/docs/iq/2011-beaver.pdf

Levando em conta que um país branco como a Moldávia (cujo PIB per capita o qualifica como terceiro mundo) não possui tantos crimes quanto outros países negros de igual PIB, podemos assumir que o gene MAO-A (Monoamina Oxidase A), tem relação.

Cultura, como qualquer comportamento coletivo complexo, é também uma propriedade da biologia por onde buscamos compreender uma espécie. Chamamos isso de ecologia teórica, onde o comportamento das espécies são investigados analogamente com seus genes e ambiente.
https://en.wikipedia.org/wiki/Theoretical_ecology

Talvez quem devesse sair de alguma bolha é você. Quem defende a verdadeira diversidade é na verdade o racista.

 No.433

>>432
subversivos

>fix'd

 No.441

>>429
Seu primeiro erro é não entender que a definição científica é diferente da cotidiana.

Por exemplo:
Teoria- Conhecimento não prático, ideal, independente das aplicações.
O que se desenvolve por suposição; de teor hipotético; conjuntura: tenho uma teoria, mas ainda não consegui comprová-la.

Mas no linguajar científico, teoria é uma hipótese já comprovada empiricamente, mas que é passível de falseabilidade. Portanto, não adianta pegar essas definições soltas de espécie e raça, elas são muito úteis para o cotidiano mas são inúteis do ponto de vista científico.

https://www.theguardian.com/science/punctuated-equilibrium/2010/oct/20/3

>What to think? My solution is this: There is one species concept (and it refers to real species).


There are two explanations of why real species are species (see my microbial paper, 2007): ecological adaptation and reproductive reach. There are seven distinct definitions of "species", and 27 variations and mixtures. And there are n+1 definitions of "species" in a room of n biologists.

Segundo, você claramente não leu meu post direito, e com certeza não leu nada que Darwin ou qualquer outro biólogo tenha escrito. Meu ponto é: espécies e raças são uma medida de conveniência. Elas não são leis imutáveis da natureza, mas sim um método de CATALOGAÇÃO. Elas existem porque nós queremos que elas existam, mas raça por definição precisa abranger diferenças minúsculas de fenótipo ou diferenças culturais.

>Se você acredita em seleção natural, é um absurdo pensar que genes se selecionaram igualmente entre todos os grupos de animais a despeito do ambiente e variáveis enfrentadas.


Concordo, mas o ponto é que você precisa me provar que essas mudanças são significantes. Ou melhor ainda, que essas mudanças afetaram o cérebro de maneira significante. Para mim, esses posts acima são puramente whishful thinking.

>"A ciência na época de Darwin não tinha métodos para avaliar genes, logo o DNA está invalido." Brilhante.


Não entendi como essa frase invalida o que eu disse. Explique como genética refuta Darwin e podemos conversar. Inclusive, leia Dawkins para entender como o gene apenas autentica as afirmações de Darwin.

>>432
Não é preciso de muita imaginação para responder a primeira parte do post. Dificuldades de organização, desigualdade, corrupção, desestruturação da sociedade durante séculos financiada por europeus, etc. etc.

A segunda parte, Darwin chamaria isso de coevolução. Não importa se o piolho da cobra foi bem-sucedido porque a cobra o mantinha seguro, a estratégia é válida sim. A única coisa que os genes se importam é em se reproduzir. O gene "superior" é aquele que é passado para frente. Então, se negros estão destruindo os "genes superiores europeus," eles não são tão superiores quanto você pensa.

Sobre vídeos e pesquisas postadas, verei alguns deles. Não posso opinar sobre algo que eu não li. Voltarei quando tiver uma opinião sólida.

 No.443

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>>441
>leia Dawkins
Kek! Finalmente militante ateu toddynho assumido, citando a celebridade piada viva cujo único mérito na vida é a militância antiteísta, e é uma piada no meio científico sério. Por favor, leia o criticismo do livro dele citado por você e verá como Dawkins é "bem aceito" pela comunidade científica, kek.

Enfim, não sou o quotado, mas no mais acho que diferenças entre raças é tourobosta e nem nego a evolução, mas pelo seu jeito de bicha de escrever eu tenho quase certeza que você é esquerdalha ou direita liberal. Você está certo no seu ponto, mas não me segurei quando li o nome do Dawkins como fonte de Biologia.

 No.444

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>>443
Cara, você até não pode gostar das opiniões, mas o trabalho da vida dele foi provar a evolução do ponto de vista genético.
Se não gostou de eu citar Dawkins, então abra o Gene Egoísta ou qualquer artigo dele, pegue qualquer um citado nas referências e pronto. Não é como se só ele falasse desse tipo de coisa.

 No.450

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Eu gostaria muito de ver as diferenças genéticas dos europeus entre si, como a diferença entre um italiano e um nórdico ou grego, até porque ninguém é igual.

 No.459

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>>406
Há diferenças genéticas entre os europeus, pica relatada, mas juntos eles formam um agrupamento racial distinto onde existem interseções que definem padrões característicos. Por isso dividimos grupos humanos em europeus, africanos, asiáticos, árabes (mas há árabes brancos por causa da província da Macedônia na época do império romano e depois com o império bizantino, que gerou fluxos imigratórios), latinos, aborígenes, indígenas do continente etc.

Tem que ser muito doente mental, mas muito mesmo, para dizer que raça não existe. Negação da realidade racial é fanatismo igualitário patológico.

 No.465

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>>441
>dificuldades de organização, desigualdade, corrupção, desestruturação da sociedade durante séculos financiada por europeus, etc. etc.
>durante séculos financiada por europeus, etc. etc.
>durante séculos financiada por europeus, etc. etc.
>durante séculos financiada por europeus, etc. etc.
HÁHÁHÁHÁHÁHÁHÁHÁHÁHÁHÁHÁHÁHÁHÁHÁHÁHÁHÁHÁHÁHÁ!

Desigualdade de organização existiu em toda história da Europa.
Era guerra por território e conquista, guerra por sobrevivência, guerra por religião, guerra por orgulho e intriga familiar, guerra por ressentimento!
Corrupção e desigualdade também nunca faltou na Europa!

Quanto ao o colonialismo, ele durou apenas três séculos. Antes disso os africanos ficaram fazendo o quê? E depois que os europeus malvadões foram embora após terem deixado sua cultura e pensamento, que segundo você mesmo foi o responsável único pelo sucesso europeu? E os outros povos não-negros que foram escravizados e se desenvolvem depois? Acha que escravidão é uma invenção do homem branco malvado também? Não sabe que se não fosse pelo homem branco, escravidão ainda estaria acontecendo? Não sabe também que os donos de navios negreiros eram judeus e não brancos/cristãos/imperialistas?

Seus argumentos são sentimentais, fracos, ideológicos e burros. Volte com algo melhor ou desapareça daqui.

 No.466

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>>441
>concordo, mas o ponto é que você precisa me provar que essas mudanças são significantes. Ou melhor ainda, que essas mudanças afetaram o cérebro de maneira significante.
Já foi provado em todo post, com charts, QI, artigos científicos, taxa de crime, maior densidade genética para um gene específico a depender da raça etc, que você ignorou em sua insanidade igualitária.

Mas vou jogar o seu jogo: africanos são mais próximos de macacos bonobos do que de europeus. Essa diferença mínima entre bonobos e africanos é insignificante segundo sua lógica, e africanos são macacos.

>ain mas são espécies diferentes

Ora, ora, ora, ora, ora…. Mas espécie e raça não é constructo social arbitrário para catalogação e somos todos poeiras estelar?

Vou parar de te responder, não gosto de discutir com palpiteiro. Quando alguém que sabe do que fala fizer objeções reais e não doença marxista, responderei.

 No.475

>>465
Me responda algo, você sabe qualquer coisa sobre a história da África?
>não sei, logo africanos não fizeram nada
E você sabia que o Egito fica na África, por exemplo? Até na Etiópia já houve reinos grandiosos.

E a escravidão européia foi única no quesito de ser algo parecido com industrialismo em uma escala gigantesca. Africanos e americanos tiveram suas culturas sistematicamente destruídas para servirem de mão de obra barata. É como a falácia de comparar a escravidão européia com a do Zumbi dos Palmares. Zumbi teve escravos sim, mas ele não visavs lucro, não destruia sua cultura e havia chances reais de liberdade. A cultura escravocrata de Palmares era muito diferente da dos quilombos.

>>466
Ok, fique a vontade com seus gráficos copiados do 4chan. Inclusive, li um dos artigos postados aqui e curiosamente a autora chegou ba conclusão contrária do anão que estava postando. De novo, sejam honestos, vocês leram ao menos um desses artigos?

 No.476

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>>475
>e você sabia que o Egito fica na África, por exemplo?
Não na África Subsaariana. Finalmente WE WUZ KINGS!

 No.478

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>>475
A escravidão europeia não era tão europeia assim.

 No.479

>>476
Acho incrível como suas críticas vão ficando cada vez mais restritas.

>veja bem, eu não quis dizer TODA a áfrica, só a subsaariana!


Sei lá, então. Ok. Mas assim é muito conveniente. É literalmente "tirando o que está certo, está tudo errado."

 No.483

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>>478
Lembrando que até no Brasil era assim, recomendo o livro relatado. Os navios negreiros que comercializavam negros pertenciam todos a JUDEUS. Isso é fato histórico, não está aberto a discussão. Judeus abasteceram o Brasil com escravos na base da forçação, navios negreiros chegavam nos nossos portos abarrotados de escravos, e para não deixá-los morrer, a elite acabava comprando eles, gerando cada vez mais demanda.

Outro fato histórico: uma das razões pelo golpe republicano contra a monarquia foi a lei áurea, que não ressarciu os donos de escravos. principalmente entre os exploradores de açúcar. Essa elite golpista que viria formar o coronelismo era constituída em grande parte por cristãos novos!

Judeus vendiam escravos para judeus no Brasil e para uma parte da elite brasileira, e depois deram o golpe republicano.

Gustavo Barroso também abordou isso em A História Secreta do Brasil. No capítulo "O empório do açúcar", ele escreveu:
>O açúcar começou a criar para o judaísmo negócio novo e lucrativo: o tráfico dos negros.

Já no capítulo "O tráfico de carne humana", ele descreve a situação da exploração açucareira no Brasil:
>Florescia pois, o comércio de carne humana à medida que prosperava a indústria açucareira. O suor do negro cimentava a riqueza do segundo ciclo da colonização. Ligados, o comércio de escravos e a produção do açúcar, acabariam caracterizando toda a economia ultramarina.

Para quem quiser ainda mais confirmação, Casa Grande e Senzala, Gilberto Freire diz:
>No norte, os senhores de engenho viviam endividados, presos à usura judaica. O judaísmo os manobrava e forçava a lançar mão do operário africano, que os negreiros, também enfeudados a Israel, iam buscar do outro lado do Oceano Atlântico.
>Assim, desde os albores do ciclo do açúcar, começou o emprego da mão-de-obra negra. O horror à atividade manual e a instituição do trabalho escravo, ambos caracterizadores das colonizações peninsulares, tiveram como primeiros impulsionadores os judeus de Portugal.

 No.484

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>>483
Also, Louis Farrakhan aborda isso também no livro "The Secret Relationship Between Blacks and Jews".
O livro é repleto de notas e fontes, incluindo 1.275 notas de rodapé, mais de 3.000 fontes, relacionando revistas judaicas, enciclopédias, jornais e outras publicações, relatos de estudiosos judeus e rabinos, documentos e registros judiciais, registros de envio, testamento de judeus, aviso de escravos fugitivos, notificações de leilões, sermões publicados, dados de censo, contabilidade e registro de impostos de vendas de escravos, registros fiscais, enfim, um extenso registro de comércio de escravos negros efetuados por judeus no hemisfério ocidental que todo pesquisador do tema deveria possuir, ler e se aprofundar. O livro teve uma sequência com o volume 2.

Tradução da parte que fala sobre o Brasil:
Foi a partir do Brasil que se desenvolveram as comunidades judaicas da América. Os judeus portugueses chegaram ao Brasil em 1502 na expedição dirigida por Fernando Noronha e Gaspar da Gama, que haviam obtido um monopólio implícito do rei de Portugal para a colonização do país. Eles trouxeram a cana-de-açúcar, as técnicas de exploração e os escravos, que rapidamente fez do Brasil "a primeira região produtora de açúcar do mundo". O papel desta atividade é tão importante que os especialistas pensam que Portugal não teria podido manter-se independente sem o comércio de açúcar do Brasil. [1] Originalmente, a cana era produzida na Ásia, mas no final do século XV, o açúcar era tão caro na Europa que ele era vendido unicamente por suas propriedades medicinais, por boticários. Os judeus portugueses fizeram as suas primeiras investidas nas plantações da Ilha de São Tomé, ao largo da África Ocidental, onde eles empregavam "uma mão-de-obra de três mil escravos negros". [2]

Os primeiros colonos chegavam todos os anos "em duas embarcações cheias de criminosos, de judeus e prostitutas, cuja missão era a de capturar papagaios". Aqueles que tinham sido condenados por terem cometido pecados procuravam refúgio nos vastos territórios do Brasil [3] e os judeus, vendo esses potenciais mercados, fundaram cerca de duzentas colônias na costa brasileira, no século XVI. [4] "Eles rapidamente tornaram-se a classe dominante", diz Lee M. Friedman: "Uma parte significativa dos ricos comerciantes brasileiros eram judeus". [5] Os plantadores de açúcar judeus tiravam um largo beneficio de suas vastas plantações onde eles utilizavam abundantemente uma mão-de-obra servil, indígena e negra importada. [6] Por volta de 1600, as plantações, e o essencial do negócio de escravos, mais de cem moinhos de açúcar (acionados por, pelo menos, dez mil negros) e a maior parte do comércio do açúcar "estavam nas mãos de colonos judeus." [7] Stephen Fortune escreve: "A partir do século XVI, os judeus foram atraídos pelos grandes lucros que proporcionavam o tráfico de escravos, como uma consequência do desenvolvimento da cultura da cana-de-açúcar e parece que não tiveram o menor escrúpulo em fazer comércio de seres humanos." [8] Em Voyage de Francis Pyrard, o autor, retorna da Baía para Portugal em 1611, e descreve assim um companheiro de viagem:

"O judeu transportava bens de um valor de mais de cem mil coroas; a maior parte era dele, o resto fora confiado por grandes comerciantes e outros. Havia um outro judeu a bordo, muito rico, e quatro ou cinco comerciantes judeus. Os lucros que eles tinham feito em nove ou dez anos nesses países eram enormes e todos eles tinham feito fortuna, muitos desses novos-cristãos, judeus batizados, tinham uma fortuna de sessenta, oitenta ou cem mil coroas." [9]

Apesar dos enormes lucros obtidos por aqueles que corriam o risco de se instalar lá, a chamada feita pelos portugueses não tinha tido o sucesso necessário para desenvolver a região. Segundo os historiadores "havia uma grande necessidade de mão-de-obra europeia, porque os indígenas preferiam morrer a submeter-se ao trabalho enquadrado e que os negros morriam por causa da dureza do trabalho enquadrado". [10] As dificuldades encontradas pelos portugueses atraíram os holandeses que conheciam a enorme riqueza do Novo Mundo e procuravam aproveitar-se. Os mercadores holandeses já beneficiavam de grandes lucros do comércio com os colonos judeus portugueses e essas relações já estabelecidas desempenharam um papel importante na criação da Companhia Holandesa das Índias Ocidentais, poderosa instituição de acionistas privados fundada para a conquista e exploração da rica costa norte do Brasil.

Notas:
[1] Herbert I. Bloom, "Book Reviews: The Dutch in Brazil, 1624-1654, by C.R. Boxer", PAJHS, vol. 47, 1957-1958, pág. 115.

[2] Arnold Wiznitzer, "The Jews in the Sugar Industry of Colonial Brazil", Jewish Social Studies, vol. 18, Julho 1956, págs. 189-190.

[3] Herbert I. Bloom, "A Study of Brazilian Jewish History", PAJHS, vol. 33, 1934, págs. 62-63; Lee M. Friedman, "Some References to Jews in the Sugar Trade", PAJHS, vol. 42, 1953, pág. 306; Peter Wiernik, The History of Jews in America: From the Period of the Discovery of the New World to the Present Time, New York, 1912, 2 e éd. rév. 1931; réimp., 1972, Wesport Connecticut, págs. 29-30.

[4] Maslin, p. 159; EHJ, pág. 189.

[5] Friedman, "Sugar", pág. 306. Friedman cita Werner Sombart, Les juifs et la vie économique,: Paris: Payot, 1923; trad. de Die Juden und das Wirtschaftleben, Leipzig, 1911, citado a partir da tradução inglesa The Jews and Modern Capitalism, reimp. em Glencoe, Illinois, 1951, pág. 32. Cf. também Anita Novinsky, "Jewish Roots of Brazil", in Judith Laikin Elkin e Gilbert W. Merkx, The Jewish Presence in Latin America Boston, 1987, págs. 35-36; Burkholder-Johnson, pág. 198. David Grant Smith, "Old Christian Merchants and the Foundation of the Brazil Company, 1649", Hispanic American History Review, vol. 54, Maio de 1974, págs. 233-234: "O problema era tão perturbador naquela época, que em 1629, Philippe IV convoca uma assembleia de clérigos e juristas para discutir como lidar com os "novos cristãos", cujo monopólio sobre o comércio tinha empurrado para cima os preços, de modo que todo o dinheiro do povo era sugado e que todos os judeus eram ricos".

[6] Arkin, AJEH, pág. 199. Gilberto Freyre descreve assim os plantadores brasileiros da época no seu livro: "O poder estava concentrado nas mãos dos senhores locais. Eles eram os mestres da terra assim como de homens e mulheres. As suas casas eram o reflexo fiel do seu enorme poder feudal: feias e sólidas, com paredes espessas e fundações profundas. Os proprietários construíam essas fortalezas por razões de segurança, para se protegerem dos piratas e dos indígenas ou dos africanos, e escondiam o ouro e joias sob o chão de madeira. A vida dos senhores do açúcar era ociosa e libidinosa, ela tinha como centro a maca: a maca era fixa onde o mestre se esticava, dormia, ressonava, ou por onde andava, coberta por cortinas grossas quando o mestre estava viajava. Ele dava as ordens aos seus negros sem levantar-se da maca, quer fosse questão de ditar o correio ao seu capelão ou a um secretário ou de jogar ás cartas com um amigo. Era também na maca, que eles digeriam calmamente após as refeições, palitavam os dentes, fumavam um charuto, arrotavam, peidavam e eram refrescados (NdT: com folhas de palmeira, abanados) ou catar (NdT: catar o piolho, insectos, etc) por um negro tudo em coçando os pés ou os testículos, às vezes, por vício, às vezes por causa de doenças venéreas".

Por essa época, encontramos uma descrição da condição de escravo, especialmente a das mulheres, em Sean O’Callaghan, Damaged Baggage: The White Slave Trade and Narcotics Traffic in the Americas, Londres, 1969, págs. 15-32.; Galloway, pág. 72: "Como na ilha de Hispaniola, uma plantação média, no Brasil, tinha cerca de uma centena de escravos … Em 1583, novamente, dois terços dos escravos de Pernambuco eram indígenas".

Dispomos de outros estudos que descrevem as fortunas dos judeus, por exemplo num artigo de George Alexander Kohut, "Jewish Martyrs of the Inquisition in South America", PAJHS, vol. 4, 1896, págs. 104-105: "Parece que a uma certa época, os marranos foram muito prósperos …"; nas págs 127-128 G. Kohut cita R. G. Watson, Spanish and Portuguese South America During the Colonial Period, Londres, 1884, tomo 2, pág. 119: "Embora os "novos cristãos" fossem desprezados no Brasil, eles estavam autorizados a enriquecerem-se e guardarem as fortunas adquiridas."

[7] Arkin, AJEH, p. 200; Arnold Wiznitzer confirma no seu livro Jews in Colonial Brazil, Morningside Heights New York, 1960, págs. 50-51, que: "Em virtude de um decreto-real de 31 de julho de 1601, os mercadores "novos-cristãos", dando 200.000 cruzados, tinham o direito de negociar com as colônias; mas essa ordem foi revogada em 1610, e consequentemente, os mercadores "novos-cristãos" sofreram pesadas perdas, pois grande parte do comércio estava nas suas mãos."

Friedman, "Sugar", pág. 307, diz que no Brasil: "Muitos judeus eram ricos plantadores e proprietários de prósperos moinhos, dos quais muitos, mais tarde se tornaram traficantes de açúcar ou de escravos; ás vezes eles combinavam as duas atividades, trocavam escravos contra o açúcar."

Friedman cita N. Deerr, The History of Sugar, 2 vols., Londres, 1949, tomo 1, pág. 107; Galloway, pág. 79, que descreve o papel dos judeus: "Em Pernambuco e Amesterdão, os judeus sefarditas estavam presentes no comércio do açúcar como financeiros e como mercadores; em Pernambuco, alguns tornaram-se plantadores."

Domont, pág. 30, diz que a produção do açúcar era: "uma atividade controlada pelos marranos".

[8] Fortune, pág. 71.

[9] Max J. Kohler, "Phases of Jewish Life in New York Before 1800", PAJHS, vol. 2 (1894), pág. 95; Anita Novinsky, Jewish Roots of Brazil," in Elkin and Merkx, pág. 36.

[10] Judith Laikin Elkin, Jews of the Latin American Republics, Chapel Hill, Carolina do Norte, 1980, págs. 14-15.

 No.489

>>479
A África preta é a África subsaariana, vadia burra.



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