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/d/ - Discussão Séria

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 No.492

De onde surgiu essa prática tão amplamente disseminada? Ela começou a aparecer em livros e novelas e, depois de cair no gosto do povão a indústria pornográfica começou a explorar ou foi invenção da indústria pornográfica sozinha?

Dez anos atrás isso não existia. Os fetiches básicos era sempre anal, lésbica, secretária e coisas do gênero. É muito estranho que esse fetiche tenha aparecido do nada.

Tentem argumentar usando fontes sempre que possível. Não vamos especular no vazio.

 No.493

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Mas afinal, você postou a pica errada, ou a certa? Do que você esta falando, cara?

 No.494

Puta que pariu, esqueci do fodendo assunto: ==AS ORIGENS DO CUCKOLD.==

 No.502

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Eu sei lá.
Mas não consigo gozar se não for anal. Minha mente está fodida.

 No.513

Que fio maravilhoso. Fiquei pelo menos dois minutos olhando para a foto tentando relacionar com o texto do anão e não consegui. Muito bom.

 No.514

O cuckold é algo bem antigo, eles apenas resgataram.

 No.516

Todos os fetiches são de nicho, desconsiderando talvez o lesbianismo. Porém o natural não é esse lesbianismo forçado que a industria e grupos empurram desde a Era Vitoriana. Seria quase como apenas uma curiosidade para atrair um determinado macho considerado superior para transar com as duas e engravidar as duas. Mas não é como se as duas tivessem um relacionamento. O lesbianismo natural seria quase como um cuckold feminino em sua definição mais básica.

A ascensão do cuckhold é resultado de décadas de lavagem cerebral da sociedade e reflexo do a dinâmica de troca de poder entre machos dominantes e machos dominados.
Eu acho que pode-se explicar esse fenômeno por duas lógicas. A primeira é que se na antiguidade você morreria pelo seu senhor, hoje você deixa o seu senhor comer a sua mulher.
E a segunda trata-se da inversão completa de valores. Então se antes era normal o homem ter uma amante, sendo até muitas vezes consentida discretamente desde que ele observasse algumas métricas, hoje é desejável que seja normal que a mulher tenha vários amantes de forma consentida.

 No.519

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Cornismo sempre existiu, mas de fato, nos últimos anos tomou uma popularidade, sobretudo nas comunidades de hentai, de onde posso dar meu parecer.

Ao que parece, o que corroborou a tanto muito provavelmente foram os movimentos identitários em torno do globo e essa onda de imigração dos povos de países pobres aos mais desenvolvidos. Quero dizer, estamos falando do quê, afinal? Do cornismo puro e simplesmente, ou do cornismo de negros e brancas? Pois como eu disse, o primeiro sempre existiu, mas é o segundo que, além de específico, tomou o mainstream.

No caso dos hentais, vale dizer que o Japão por si mesmo tem uma cultura muito de cuckold. Não digo isso pelas sequelas das duas grandes guerras, mas que de fato, lá, "trair" o cônjuge não é tão mal visto, mas por um motivo: mostrar e fazer alarde por isso, denotando que a relação de alguma forma não está bem, é mal visto socialmente. Então, seja homem ou mulher, quando os cônjuges traem, na maioria dos casos eles sabem o que está acontecendo mas ficam quietos sobre isso. A indústria de hentai aproveita para comercializar em cima disso e inventa que o esposo ou esposa traída na verdade se deleita com a situação.

Por outro lado, você tem a questão do estrangeiro que vem e come a nativa. Nitidamente alude à questão imigratória, mas no caso especificamente do Japão, isso era bastante comum quando a Segunda Guerra acabou e os soldados americanos pegavam as japonesas sobreviventes, estas que, aliás, se entregavam pra eles com vontade.

Aí já entramos na questão psicológica e cultural do cornismo. Pessoalmente, confesso que netorare (como é chamado cuckoldry em hentais) é o meu gênero favorito. Tentando dissecar o motivo disso falando por mim mesmo, se deve a uma série de coisas.

Em primeiro lugar, quanto mais díspare o amante for da cônjuge roubada (netorare em português), mais excitante, no sentido de que enxergar um contraste corporal, ou na dinâmica de poder entre os dois, sendo o homem maior, geralmente mais gordo ou feio, em cima de uma mulher muito bonita e frágil, às vezes com características angélicas, traz à tona em mim (e que acho que há em todo homem) o impulso de corromper coisas puras. O que quero dizer é simplesmente ver o impuro apodrecendo o puro. A pica relatada ilustra simbolicamente o apelo de tudo isso, e é um dos pontos que vou tratar adiante.

Em segundo lugar, imaginar-me no lugar seja do bull, da mulher, ou do corno. Acho uma falácia quem destrata esse gênero por pensar que as pessoas se autoinserem no corno. Acontecem de se inserirem sim, às vezes eu me insiro, mas é uma mistura de coisas. Na verdade, o que gosto mesmo de fazer é me colocar no lugar do corno, tentar reproduzir o que ele está sentindo em mim mesmo, me colocar no lugar do bull, tentar reproduzir o prazer que ele está sentindo com a mulher em mim, e por aí vai. Na maioria das vezes, como disse acima, o corno vai também sentir um prazer com a foda alheia, meio que uma espécie de voyeurismo. Por isso alguns artistas desenham o marido paudurecendo pra esposa sendo comida por outro. É um prazer distorcido, diferente, mas ainda um prazer que todos sentem involuntariamente por ser o gatilho básico do voyeurismo, admitem ou não. Outro aspecto de olhar isso é você ver que o bull, digamos assim, "come" a sua esposa melhor do que você come. Uma das marcas desse gênero em hentai são os ahegaos, quando a mulher, por mais que ela relute em ter sexo com o bull, sente mais prazer e acaba se entregando mais a isso do que o sexo com o marido. Sendo assim, ao ver a mulher tendo prazer com o sexo do outro, eu me sinto forçado a fazer um sexo melhor que o dele, a ir além, basicamente. Em termos de masturbação, simplesmente bato mais forte quando isso acontece, e em netorare acabo por bater mais forte e ejacular mais também. Uma pesquisa que demonstra o porquê disso fala de como os espermas dos chimpanzés são mais potentes e grudentos durante a ejaculação ao sentirem perigo de machos próximos, quer dizer, que possam tomar seu posto como "alfa" em relação à fêmea (vou deixar links abaixo). Creio que em nós humanos a lógica é a mesma, pelo menos comigo sinto isso: dá pra dizer que é um impulso de ser melhor na cama para "reconquistar" a esposa, que acaba gerando uma ejaculação mais violenta.

Em terceiro e último lugar, da questão dos negros com brancas, há o aspecto do quão contrastante isso é, do quão proibido, do quão impuro e portanto corrompido a figura do negro é. E ao mesmo tempo (isso mais na mentalidade japonesa) o do quão capazes de naturalmente proporcionar um sexo melhor eles são. É uma coisa que já está imbuída na cultura há séculos, por mais mentiroso que seja. Resumindo a ópera, toma os dois pontos que falei acima e mistura numa única coisa, criando também o sentimento de raiva consigo por algo que é inferior intelectualmente se compensar com uma superioridade física, que na visão japonesa "é a natureza das coisas e você nunca fará um sexo melhor." É ao mesmo tempo enervante e prazeroso, porque você só consegue imaginar o prazer que ele sente alcançando lugares da sua esposa que você não alcança, e moldando a boceta dela de uma forma que a partir de então só poderá ser saciada por paus como o dele, até privando você do prazer. Não diria que existe um aspecto de humilhação nisso, pode ser acrescentado, mas não necessariamente existe. Mais uma vez, te força a fazer um sexo melhor, a se masturbar mais agressivamente, dá uma ejaculação mais forte, etc, etc.

Em suma, creio que o apelo do cornismo seja muito mais psicológico que simplesmente carnal. Inclusive, houve uma pesquisa já antiga mostrando que o gosto por esse fetiche estava relacionado à capacidade de abstração do prazer.

https://www.thedailybeast.com/cuckolding-the-sex-fetish-for-intellectuals
http://livefastmag.com/2017/08/sexual-healing-is-cuckolding-the-intellectuals-fetish/
http://news.bbc.co.uk/earth/hi/earth_news/newsid_9386000/9386608.stm

 No.520

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>>519
>Pessoalmente, confesso que netorare (como é chamado cuckoldry em hentais) é o meu gênero favorito.
Anão, você tem que começar a pensar em como você explicaria suas ações pros seus ancestrais.

 No.521

>>520
Sinceramente, por que se doer preocupando-se com o que eles achariam disso? Todo mundo têm segredos, fantasias, fetiches, por isso são coisas que se oculta. Não à toa disse "confesso", pois sei que isso é mal-visto, mas não posso me culpar por isso. Eu "não escolhi" isso, diria até que a coisa que "me escolheu." Ninguém escolhe do que gosta. Mas talvez o que você queira saber é que eu jamais faria isso irl, quer dizer, é um fetiche que mantenho só no campo dos hentais e da abstração mesmo.



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