[ b / mod / d ] [ cri / mu / lit / comp ] [ tv / an / jo / occult / k ] [ porn ] [ tudo / banlist / arquivo ] [ regras / faq / irc ]

/lit/ - Literatura

Nome
E-mail
Assunto
Comentar
Arquivo
Inserir
Senha (Para excluir arquivos)

Frequentem as boards secundárias.
Chequem o catálogo antes de postar.

File: 1561511155910.jpg (613,04 KB, 2008x1376, 1490672726712.jpg) ImgOps Exif Google

 No.6[Responder]

ESCRITORES FIO

Uma das maiores angústias do escritor amador é não ter ninguém para mostrar seus escritos, quiçá fazer uma crítica sobre eles.

Criando este fio, desejo amenizar a minha e, provavelmente, a sua dor. Vamos conversar, trocar figurinhas. Poste seus textos e avalie o texto de algum anão, de preferência aqueles que não receberam nenhuma crítica.


TL;DR: Avalie e seja avaliado, o fio.

 No.7

OP aqui, iniciarei o fio.
—————————————————————————————

Iniciarei esta narrativa com dois pedidos e uma observação.


Que escrevam, em minha epígrafe:

"Escalei do fundo do abismo ao topo do céu… e saltei."



2. Que não se incomodem pelo meu modo de falar. Falo assim por nojo ao linguajar corrente. Este dialeto imundo que hoje falamos só serve aos corações selvagens, simples e diretos; e, eu, apesar de não deixar de ser uma besta atroz, também sou, ao mesmo tempo, incorrigivelmente humano. Portanto, não reclame dos meus devaneios. Minhas artérias são sinuosas e só a nata do português é capaz das manobras e curvas necessárias para chegar ao imo desta quimera que vos escreve.


Mensagem muito longa. Clique aqui para ver o texto completo.

 No.8

File: 1561511541716.jpg (201,76 KB, 900x1191, Konstantin Savitsky.jpg) ImgOps Exif Google

>>7

Creio, sinceramente, que nossa época será lembrada como a era das torrentes, arrastando o homem para sabe qual precipício, ou afogando-o na espiral feroz de um redemoinho qualquer. Todos sofrerão, singularmente a minha casta, a dos influenciáveis. Estes sofrerão o dobro, o triplo.


É uma época irônica e cruel: da aos homens um vasto vislumbre de tudo aquilo que eles podem se tornar e, eles, deslumbrados, escolhem enveredar por um caminho, depois outro e, em seguida, um novo; constantemente mudando o rumo da própria jornada, sempre distantes do fim. Pode-se julgar que uma vida assim, cheia de perspectivas, é alegre - mas, na verdade, é uma confusão. Diariamente alvejados pela publicidade de pelo menos dez caminhos diferentes do que seguem, são seduzidos por um novo rumo a cada hora. O mesmo sucede ao novo destino, que também tem data para ser ofuscado por outra novidade.


Passei toda minha vida engaiolado neste paradoxo. Planei sobre todos os temas que passaram por minhas pupilas, sem nunca mergulhar de fato em nenhum. Sobre tudo tive uma ideia, e de nada obtive ciência. Vivi nas superfícies. Acredito que todos esses anos no olho do furacão informacional enterraram minhas tendências naturais e, por isso, farei uma viagem ao meu passado e uma excursão às cavernas do meu espírito. No momento e condições que me encontro, é a única coisa significativa que ainda posso fazer neste plano.

 No.14

Capítulo Inacabado
Sentado aos pés de vasto leito, deliberava Herculano as várias e lascivas intenções que, a contragosto, condenaram-lhe ora, e tantas outras vezes, a odiar-se. Cuidava que, se cresse em Deus, talvez pudesse contê-las (quem sabe até superá-las!), mas, como homem fiel a seu tempo, temia à morte e fugia de tudo quanto é sagrado — em parte, porque cria na ciência; em parte, porque dependia do profano.

— "Se eu cresse em Deus…!", murmurava.

A meia-luz que dominava o quarto do Motel D'Amour provinha, debilmente, de uma janela de madeira já muito antiga, pintada de um branco grosso e vulgar, que descascava. Havia roupas e restos de comida depositados ao redor da cama — que, em desordem, ocupava grande parcela do cubículo. Havia ainda um criado-mudo sobre o qual erguia-se um abajur sem lâmpada, e em que aguardavam
alguns maços de cigarro e um smartphone. O chão rangia, e cada passo era como uma dúvida.

— “Que horas são?”, perguntou, sonolenta, a mulher que deitava sobre o leito.

— “Daqui a pouco, meio-dia.”, respondeu sem volver-se a ela, concentrado em algo.

Já não estava mais sentado; fumava diante da janela. Profundamente, buscava qualquer coisa de indefinível por entre aquelas pequenas frestas. A mulher soergueu-se e tensionou descer da cama, mas ao vislumbrar a penetração dos olhos dele, estacou e subitamente sentiu-se só; um calafrio correu-lhe sobre a espinha. Quando se punha a pensar, parecia Herculano não estar em lugar nenhum. Após alguns segundos, quando se deu por si, percebeu que a mulher o olhava e disse:

— "É hora de almoçarmos, mas não sei se encontraremos algum restaurante aberto. Arruma-te."
Mensagem muito longa. Clique aqui para ver o texto completo.

 No.104

https://8channel.net/littera/
Chan voltado unicamente para o estudo de Latim e Gramática.

 No.106

A verdade é que eu não quero, e muito menos consigo, explicar esta minha miserável e infeliz condenação, pois, ao me encontrar nela como um miserável arrependido de vivê-la sofrendo, não encontro nenhum sofrimento que acabe com a exigência de ser mais que um condenado ao que já foi perdido nela, de ter mais do que seria o explicável ao ser encontrado em meu sofrido vagar na solidão, sem nada temer, além do cansaço de esperar mais um dia, sem nada querer, além do suficiente para acordar esquecendo o que sofreria, pois, vivendo na miséria, apenas por ela a vida era sentida, mas não porque esta minha cruel vida (que chamo de minha apenas por ser lamentada pela infelicidade de estar sofrendo por ela) encontrou a sua verdadeira miséria em uma escolha consciente, em uma escolha consciente de todo o mal que eu me tornaria por continuá-la perdendo na solidão, consciente de que tudo o que eu sofreria não era um mal entendido sobre o que deveria ser feito com esta vida ou sobre o que eu senti ao me encontrar sofrendo com o que sonhei ser, mas porque nada do que poderia ser feito, ao reconhecer a miséria como sendo minha, seria o suficiente à minha incompreensão de que, no presente, o valor alcançável pela vida é temido ser verdadeiro sem a felicidade, enquanto é esquecido na esperança de ser merecido por ela própria, sendo esquecido enquanto é lamentando na condenação de sofrer para não estar consciente do que se tornará, enquanto torna-se parte do passado já perdido no reviver sempre o próprio esquecimento, sem nunca conseguir ser alcançado pela felicidade do que poderia ser uma vida feliz, nem estar no que foi vivido com a infeliz miséria de sonhar em ser, tornando toda uma vida o sofrimento miserável de continuar sendo infeliz por onde resta a esperança.

Portanto, mesmo reconhecendo o infeliz que eu sou, minha vida continua tendo a culpa de estar na solidão e ser nela cruelmente condenada, de estar perdida e esquecida sem, ao menos, ser reconhecida como já acabada, sem ter o merecido arrependimento de quem já foi condenado e escolheu continuar esperando o seu fim além do que foi a sua escolha, o fim do seu sofrido vagar sem nada procurar na miséria, sem nada para ser arrependido em sua vida miserável, enquanto sonhava com o sofrimento de ser mais que uma lembrança, de ser mais do que apenas a mesma lembrança de um eterno vagar pelo que está no valor do inesquecível e insuficiente vazio da vida, o vazio que, estando em tudo aquilo que na vida foi reconhecMensagem muito longa. Clique aqui para ver o texto completo.



File: 1563586302240-0.jpg (163,7 KB, 900x602, 1435183770873.jpg) ImgOps Exif Google

 No.49[Responder]

Biblioteca Realchan.
https://realchan.neocities.org/

Boas novas, anões! Como prometi aqui: >>>/b/11478 fiz uma biblioteca para o Real, nada muito elaborado, eu literalmente copiei o código de um projeto abandonado do 55 e fui catando pdfs por aí.
Irei manter a biblioteca atualizada e pretendo criar a tal revista lá pro fim do mês. Como é um projeto colaborativo, peço que os anões que saibam programar melhorem o código e que qualquer um envie links de pdfs no anonfiles.com, para que adicione no acervo.
Também aceito colunas, manodicas e qualquer coisa interessante/engraçada para por na revista!
15 mensagens omitidas. Clique em responder para visualizar.

 No.67

>>66
Eu que agradeço, anão.

 No.78

File: 1567368735885.png (200,46 KB, 432x432, 1564928355747.png) ImgOps Google

Como você pretende fazer essa revista, anão? Qual seria o formato de publicação? Quais assuntos seriam abordados? Estou seriamente interessado em ajudar.

 No.97

O OP morreu aparentemente.

 No.105


 No.107

>>105
Esse livro não foi escrito por Salomão. Salomão nunca realizou Goetia e sim expulsão de demônios com conjurações. Veja, por exemplo, o que é a Conjuração dos Sete.

>Em nome de MICHAEL, que Jeová te mande e te afaste daqui, Chavajoth! Em nome de GABRIEL, que Adonai te mande e te afaste daqui, Bael! Em nome de RAFHAEL, desaparece ante Elial, Samgabiel! Por SAMAEL Sabaoth e em nome de Elohim Gibor, afasta−te Andramelek! Por ZACHARIEL e Sachiel Meleck, obedece ante Elvah, Sanagabril! No nome divino e humano de Schaddai e pelo signo do Pentagrama que tenho na mão direita! Em nome do anjo ANAEL! Pelo poder de Adão e Eva, que são Jot−chavah, retira−te Lilith! Deixa−nos em paz, Nahemah! Pelos santos Elohim e em nome dos gênios Cashiel, Sehaltiel, Aphiel e Zarahiel, ao mandato de ORIFIEL, retira−te Moloch! Nós não te daremos nossos filhos para que os devores!.



File: 1561540958125.jpg (107,51 KB, 500x775, ubirajara o meu fuhrer.jpg) ImgOps Exif Google

 No.15[Responder]

O(s) último(s) livro(s) que você leu e sua respectiva avaliação.
15 mensagens e 7 respostas com imagem omitidas. Clique em responder para visualizar.

 No.99

>>98 Em termos de temática até existem similaridades, pois as obras tratam de questões existencialistas. Contudo, em termos de forma são obras bem diferentes. Camus possui uma escrita mais simples, mais direta, quase que jornalística. O Estrangeiro também é curto, é somente um conto que possui menos de 100 páginas. Dostoiévski tem uma escrita mais rebuscada, às vezes bem introspectiva. Crime e Castigo é longo, é uma novela com mais de 600 páginas. Acho que são duas obras interessantes bastante recomendáveis para quem gosta de filosofia e de ficção que aborda temas existencialistas.

 No.100

>>99
Sério mesmo? Eu li umas duzentas páginas de Crime e Castigo e achei uma escrita bastante simples. Não tive que recorrer ao dicionário em nenhum momento. Infelizmente, não consegui terminar a saga do querido Raskólnikov por falta de brio.

 No.101

>>100 Eu nem falo de escrita rebuscada em termos de palavras difíceis no caso de Dostoiévski, mas de um estilo mais autoral, que tenta te atrair pela forma de escrita por si só. Mesmo assim as versões traduzidas que eu li havia uma diferença de vocabulário um pouco significativo para um leitor bem casual, que sabe os significados das palavras mas não as escreveria em um texto próprio. Camus é absurdamente simples, anão. O Estrangeiro é uma leitura muito recomendada para quem quer aprender o francês justamente pela escrita simples.

 No.102

>>101
>O Estrangeiro é uma leitura muito recomendada para quem quer aprender o francês justamente pela escrita simples.
Bom saber disso. Francês sempre me interessou, apesar da minha preguiça descomunal.

 No.103

File: 1570289692654-0.jpg (18,39 KB, 266x400, 41-4N000z2L._AC_SY400_.jpg) ImgOps Exif Google

File: 1570289692654-1.jpg (36,76 KB, 397x600, o-dia-do-curinga.jpg) ImgOps Exif Google

O livro da primeira imagem, O Mundo de Sofia, acompanha Sofia Amundsen, que recebe cartas e cartões-postais estranhos de um Major que mora no exterior às vésperas de seu aniversário de 15 anos. O livro então começa a apresentar ao leitor uma breve história da filosofia, abrangendo os filósofos mais influentes de forma clara e sucinta. É um bom livro infanto-juvenil, bem recomendado para dar de presente para algum jovem para despertá-lo para a filosofia.

O livro da segunda imagem é O Dia do Curinga, livro infanto-juvenil do mesmo autor de O Mundo de Sofia. A história relata a viagem do garoto Hans-Thomas e o seu pai para a Grécia para encontrar o paradeiro da mãe do garoto. Ao decorrer da história ocorre encontros de Hans-Thomas com criaturas místicas e eventos fantásticos, elementos típicos do gênero da fábula. O livro aborda de modo metafórico a busca do homem pelo conhecimento e o seu lugar no mundo, o processo da descoberta da razão.



File: 1566507269330.jpg (103,24 KB, 669x1024, 111111111111.jpg) ImgOps Exif Google

 No.77[Responder]

Há mais de um ano eu venho escrevendo alguns poemas
e, como já possuo um numero considerável, pensei em compartilhar as primeiras 160 páginas aqui na esperança de serem úteis para algum anão, ou, ao menos, receberem alguma crítica. O meu estilo é ultrarromântico e simbolista. Eu decidi colocar junto ao pdf o prefácio que escrevi, embora saiba que ele criará desconfianças pelo que afirmo nele, mas, mesmo assim, ele é essencial para a compreensão do porquê escrevo e como escrevo.

https://anonfile.com/f7CcDd34n6/AMBIPATHOS_pdf
2 mensagens omitidas. Clique em responder para visualizar.

 No.86

>>85 400 páginas é muita coisa, nem vale a pena esperar que alguém leia e faça uma crítica decente no chan. Deveria só trabalhar para melhorar o teu trabalho e mandar para alguma editora analisar o seu trabalho. Já cogitou tentar publicar a sua obra?

 No.87

>>86
Sim, eles cobram algo que não posso pagar, eu não tenho nenhum real, quem dirá 7 mil. Poesia não vende. Eu acho que não sabe, mas me aconselharr a publicar com estas editoras e estes leitores é a mesma coisa que me aconselhar a fazer uma faculdade de humanas para divulgar a verdade a comunidade "filosófica".

 No.88

>>87
>7 mil reais
Eu também não daria. Nem se eu possuísse tal quantia eu daria para que avaliassem um trabalho meu. Vai escrever só para si mesmo, não pensa em publicar de modo independente pela internet mesmo?

 No.89

>>88
Penso, mas onde? Para quem? Só conheço o chan mesmo.

 No.90

>>89 Não tenho certeza. Eu já vi que tem gente que publica Epub na Amazon e afins. Agora público para conseguir publicar é complicado. Talvez se tentasse publicar na língua inglesa, publicar para um nicho até construir um nome forte, que editoras se interessem. Aquela mulher de 50 tons de pica ficou famosa primeiro escrevendo fanfic de Crepúsculo se eu não me engano.



File: 1565268042809.jpg (91,29 KB, 1040x780, 080819.jpg) ImgOps Exif Google

 No.70[Responder]

Vocês possuem uma prateleira ou estante de livros físicos? Se não, como pretendem montar a de vocês? Pica relatada da minha. Os de capa dura azuis são 24 volumes da coleção Os Pensadores da Abril, de 1973 (paguei 530 no Mercado Livre com o frete). Os outros 5 são da obras do Will Durant (História da Filosofia volume 1 e 2, Filosofia da Vida volume 1 e 2, e Os Grandes Pensadores). Ademais os interessantes são um box com 3 livros do Nietszche (Assim falou Zaratustra, Anticristo e Ecce Homo), A Peste de Albert Camus e O Mundo de Sofia, de Jostein Gaarder.

Postem a coleção de vocês.
Also, sintam-se à vontade para fazer perguntas sobre qualquer título do meu acervo, exceto os da coleção Os Pensadores, que ainda não li.

 No.71

Essa coleção Os Pensadores é muito caralhuda. Tenho alguns exemplares que roubei do meu pai, e todos são excelentes. Contém obras importantes de cada autor. Muito bom!

Já considerou fazer faculdade de Filosofia, OP?

Eu fico nesse dilema. Filosofia e História são as áreas que mais me dão prazer, e que eu mais estudei nessa vida, e no entanto atualmente faço Computação na federal. Não sei se estou no caminho certo.

Eu tenho uma porrada de livros, mas minha prateleira é por demais desorganizada pra postar foto dela aqui.

Continuarei acumulando livros para, num futuro, comprar um armário próprio ou fazer uma pequena biblioteca particular.

 No.72

File: 1565269750059.png (444,43 KB, 750x481, 2.png) ImgOps Google

>>71
Fiquei muito satisfeito com a aquisição, o valor que o vendedor pediu pra mim foi uma bagatela em vista do estado de conservação dos livros. Só fiquei com o pesar de não ter encontrado a coleção completa por um preço igualmente viável. Quais volumes você já leu, anão?

>Já considerou fazer faculdade de Filosofia, OP?

Sim, estou ponderando ingressar no ano que vem numa federal só pra ter a sistematização e orientação adequadas, e quiçá ter uma base pra posteriormente fazer outro curso, já que não me figuro lecionando numa sala de aula. No momento eu estudo de forma amadora, da mesma forma que muitos anões. Pretendo usar o apanhado geral do Will Durant pra servir de base para ler as obras dos grandes autores em ordem sequencial (dos pré-socráticos aos escolásticos, depois aos modernos, pós-modernos, etc.). Também, pelo que olhei da bibliografia do curso superior, n'Os Pensadores já estão contidas muitas obras essenciais.

>e no entanto atualmente faço Computação na federal

Entendo perfeitamente seu dilema, anão. Cheguei a ingressar em Eng. de Software, contudo fiquei apenas alguns meses por não ter me adaptado bem ao curso (esperava me defrontar com bastante leitura, mas pelo que vi nesse curso em especial quase tudo é prática). Pelo menos em Computação devem cobrar algumas coisas teóricas, ou estou errado? Enfim, como eu havia dito, não vislumbro ser empregado com o diploma de Filosofia, portanto já vou fazer o curso visando um outro, talvez na área de /comp/ mesmo. No caso de você prosseguir cursando, já pensou em integrar computação com filosofia e/ou história no TCC?

 No.75

File: 1565302934644.jpg (37,04 KB, 460x520, ousadia.jpg) ImgOps Exif Google

>>72
>Quais volumes você já leu, anão?
Li apenas 3 dessa coleção, porque era tudo que meu pai tinha. Foram eles Sócrates, Platão e Maquiavel.

>Pretendo usar o apanhado geral do Will Durant pra servir de base para ler as obras dos grandes autores em ordem sequencial

Eu tenho feito isso também, mas estou muito atrasado. Comecei ano retrasado e ainda não saí dos gregos.
Mas já li Sêneca, Epíteto, Platão, Hesíodo e uns apanhados sobre o Pitágoras. Parei de estudar e entrei num hiato, onde passei a ler somente romances consagrados. Pretendo voltar ainda esse ano pra trilha da filosofia.

>Já pensou em integrar computação com filosofia e/ou história no TCC?

Pensei sim, mas não sei se é muito conveniente. Se for pra continuar na área de tecnologia, o bom mesmo seria ir full tecnologia.
Mas esse semestre eu decidirei se continuarei ou mudarei de curso.
Nesse país onde a gente tem que trabalhar duro pra sobreviver, qualquer diploma tá valendo…Ao menos eu acho. Então não estou mais tão preocupado. Continuarei meus estudos filosóficos nem que seja por hobbie.

 No.79

File: 1567869427453.jpg (251,35 KB, 1500x1500, escr.jpg) ImgOps Exif Google

Tenho uma escrivaninha parecida com a da pica. Costumo separar os livros por categorias, um bloco para biologia, outro para livros acadêmicos de humanas em geral
, outro para espiritualidade, outro para ficção e um bloco para os meus joguinhos também

 No.84

File: 1568478163504.jpg (139,38 KB, 1000x657, bruno-borges9.jpg) ImgOps Exif Google

>>79
>Costumo separar os livros por categorias, um bloco para biologia, outro para livros acadêmicos de humanas em geral, outro para espiritualidade, outro para ficção

Aí em Rio Branco o clima está muito quente, Bruno?



File: 1561736923860.jpg (843,03 KB, 1598x2412, William-Adolphe_Bouguereau….jpg) ImgOps Exif Google

 No.34[Responder]

NT: Pedidos, sugestões e identificações literárias.

Concentrem suas dúvidas aqui.
2 mensagens omitidas. Clique em responder para visualizar.

 No.40

>>39
Recomendo qualquer livro do Dan Brown com Robert Langdon como protagonista. Já li Anjos e Demônios, O Código da Vinci e o Simbolo perdido, nesta ordem. Todos irão prender sua atenção e se você não for lerdo como eu lerá cada um em menos de uma semana.
Obras brasileiras eu recomendo a tetralogia angelica do Eduardo Spohr. A Batalha do apocalipse e a trilogia Filhos do Éden.

 No.46

>>37
Já leu Duna?
Você quis dizer Neuromancer ou Necromante mesmo? Googlei e não encontrei esse livro.

 No.68

>>39
"O Homem que Calculava", Malba Tahan.
É nacional.

 No.76

File: 1565565323902.jpg (38,9 KB, 337x499, 513JbSSxBeL._SX335_BO1,204….jpg) ImgOps Exif Google

Lançou faz pouco tempo e eu não estou achando para download, se por ventura alguém achar no formato mobi por favor que avise, quero ler no meu Kindle.

 No.82

>>40 Já li Ponto de Impacto do Dan Brown e achei de baixa qualidade.



File: 1561422527944-0.png (78,86 KB, 321x499, ClipboardImage.png) ImgOps Google

File: 1561422527944-1.png (437,56 KB, 324x500, ClipboardImage.png) ImgOps Google

File: 1561422527944-2.png (341,51 KB, 353x538, ClipboardImage.png) ImgOps Google

 No.2[Responder]

/r/ mais livros desse estilo.

 No.12

File: 1561513943451.jpg (31,18 KB, 325x362, 1529898444714.jpg) ImgOps Exif Google

Eu não li nenhum dos três, descreva o formato.

 No.81

>>12 Eu não sou o OP, contudo posso descrever brevemente os dois livros citados que eu já li, Memórias do Subsolo e O Capote.

Memórias do Subsolo é uma novela existencialista que narra a história de um homem que apresenta uma boa dose de misantropia descrevendo as angústias do protagonista, que é solitário e se menospreza. A primeira parte da novela é mais focada na autodescrição do protagonista em seus devaneios e lamentações, já a segunda o protagonista narra os seus fracassos em desenvolver laços sociais quando adulto. É um livro excelente, 100% recomendável.

O Capote é mais curto, é um conto. Ao contrário de Memórias do Subsolo, preza pela simplicidade, por uma escrita mais direta e menos poética. O protagonista é um funcionário público pobre que junta arduamente dinheiro para comprar um capote para sobreviver ao duro inverno russo. O livro é engraçado, usa bem o típico humor russo na literatura no decorrer da história. É um livro muito bom, também é um livro seguramente aproveitável.



File: 1561496440358.jpg (235,61 KB, 617x860, 1557460563109-0.jpg) ImgOps Exif Google

 No.4[Responder]

POESIA FIO

Convido os anões interessados em expressão poética a discutirem quaisquer aspectos linguísticos que lhes atraem a atenção, principalmente, em autores brasileiros e portugueses. Tenhamos como objetivo fundamental ajudarmo-nos uns aos outros a compreender melhor os elementos que constituem a poesia — ritmo, escolha vocabular, imagética etc.

Não entendo nada de poesia. Por onde devo começar?
Não há caminho correto, mas a leitura dos clássicos é indispensável. A tríade portuguesa — Camões, Bocage e Antero de Quental — é o começo ideal. Se considerá-los de difícil leitura, pode tentar poetas mais próximos à linguagem atual, como Manuel Bandeira, Castro Alves, Jorge de Lima, Augusto dos Anjos, Alphonsus de Guimaraens e Fernando Pessoa.

Como ler poesia?
Num primeiro momento, prestar atenção às impressões que o poema evoca; num segundo, buscar o porquê por trás dessas impressões — por que esta e não aquela palavra?, por que o hipérbato e não a ordem direta? etc. Porém, para quem está começando, o importante é atentar-se às características sonoras, principalmente, ritmo e entonação.

Que poemas você recomenda a quem está começando?
Camões: Alma minha gentil, que te partiste, Sete anos de pastor Jacó servia e Aqueles claros olhos que chorando.
Manuel Bandeira: Epígrafe, Desencanto e Chama e fumo.
Castro Alves: Adormecida e Canção do boêmio.

Mensagem muito longa. Clique aqui para ver o texto completo.

 No.5

Análise do primeiro verso de Epígrafe, de Manuel Bandeira.

Sou bem-nascido. Menino,
Fui, como os demais, feliz.
Depois, veio o mau destino
E fez de mim o que quis.

Trouxe este exemplo porque me chamou a atenção o uso de Menino,. Uma única palavra de extremo poder evocativo, seguida por uma vírgula — que funciona como que um meio de indicar ao leitor que a palavra é apenas um complemento circunstancial da oração. Se o poeta, ignorando os limites da métrica, tivesse escrito Quando eu era menino ou Quando menino, percebam como a imagem se alteraria, mesmo que sutilmente. Ao invés de imaginar um menino, o leitor poderia pensar em um local, situação etc. de sua infância ou, até mesmo, poderia pensar no próprio Manuel Bandeira. Estas, que são imagens posteriores à ideia de menino, não servem ao interesse do poeta. Percebam que quanto mais palavras, mais corrompido é o sentido puro de menino. Quando eu era menino quase que apaga a imagem de menino, enquanto Quando menino, não. Em supondo, porém, a intenção de Bandeira, eu posso estar errado, mas, de qualquer forma, é uma grande lição sobre o poder evocativo de palavras isoladas.

 No.11

File: 1561513848963.jpg (247,4 KB, 1253x900, 1028.jpg) ImgOps Exif Google

>>5
Meu conhecimento sobre poesias é nulo. Porém, creio que você tem um ponto aqui. O escritor tem que escolher as palavras que melhor pintem o que ele pretende passar.

É incrível o quanto uma pequena mudança pode encerrar um mar de diferença. Seu exemplo foi excelente, eu realmente imaginaria o poema de outra forma, e a mensagem estaria deturpada.

Continue nesse formato, talvez eu tome gosto por poemas, e você será o culpado.

 No.16

Pleonasmo e subjuntivo.
Como ficou evidente na postagem sobre a importância do poder evocativo das palavras, o poeta deve meditar muito a respeito de como transmitir, o mais autenticamente possível, as suas intenções ao leitor. Por isso, discorrerei hoje sobre um tema interessantíssimo: o uso do pleonasmo. Comumente nos é dito que devemos evitá-lo, pois é vício de linguagem. Não discordo totalmente dessa afirmação, mas acrescento que só é vício se utilizado sem propósito. Vejamos, brevemente, alguns versos das duas primeiras estrofes deste soneto de Camões.

Cara minha inimiga, em cuja mão
Pôs meus contentamentos a ventura,
Faltou-te a ti na terra sepultura,
Porque me falte a mim consolação.

Eternamente as águas lograrão
A tua peregrina fermosura;
Mas, enquanto me a mim a vida dura,
Sempre viva em minha alma te acharão.

E se meus rudos versos podem tanto
Que possam prometer-te longa história
Mensagem muito longa. Clique aqui para ver o texto completo.

 No.47

Cruz e Souza é o melhor poeta que o Bostil já teve.

 No.80

>>47
Apenas isto, sem mais.



File: 1561512688906.jpg (8,81 KB, 480x360, op_dormindo.jpg) ImgOps Exif Google

 No.9[Responder]

CONTO PRA BOI DORMIR

Estarei bumpando um conto por dia. Digo de antemão que tenho um material excelente e que pode durar meses.

Creio que este fio ajudará aos anões que tem certo amor pelo conhecimento, mas não conseguem sentar e ler grandes romances. Talvez, lendo estes contos relativamente pequenos, tomem gosto pela coisa e sintam que vale a pena o esforço para buscar mais luz. Sinta-se livre para postar contos e discutir sobre os postados.

Começarei com um conto de Achille Campanile, "O cachorro filósofo.". Para manter o espírito do texto, tive que upa-lo em arquivo word. Sinto que fazer o contrário seria lacerar a experiência. Vocês entenderão depois de ler.

Arquivo: https://anonfile.com/q0cbBaw1na/O_CACHORRO_FIL_SOFO_docx
Pode confiar: https://www.virustotal.com/gui/

BIOGRAFIA

Anchille Campanile nasceu em Roma, em 1900. Dedicou-se ao romance e ao conto, tendo publicado, desde o ano 1927 em que saiu "Ma che cosa quest'amore" uma série de grande obras caracterizadas pelo tom humorístico. Sobre o humor em Ariosto publicou também um excelente ensaio em 1933. Alguns de seus livros tem sido traduzidos para o francês e para outra línguas europeias.
Participou do movimento futurista e fez-se conhecido pelo absoluto ineditismo de seu espírito, em que entra muito de absurdo e algo de cinismo inerente à tradição cômica italiana. Seu estilo elegante e o partido que sabe tirar do desenvolvimento lógico e convencional da mais tranquila fantasia angariaram-lhe uma popularidade excepcional em toda a Europa.
Entre aas suas obras mais conhecidas, merece especial menção "Agosto, moglie mia non ti conosco", a mais espantosa talvez de suas novelas e também a mais solidamente construída.
14 mensagens e 11 respostas com imagem omitidas. Clique em responder para visualizar.

 No.31

File: 1561691983293.jpg (17,96 KB, 473x473, felix-nadar-anatole-france….jpg) ImgOps Exif Google

VII
Ia o pobre velho murmurando com seus botões:

- Sim, é uma galinha. Nem pode haver outra que seja mais galinha.

Mas, no íntimo, não era por isso que ele a injuriava. Sim, Crainquebille não a desprezava por ela ser o que era. Estimava-a até por isso, sabendo-a econômica e cuidadosa. Outrora, gostavam de conversar os dois: a ambos alimentavam o mesmo projeto de cultivar um jardinzinho e criar frangos. Era uma boa freguesa. Mas, ao vê-la comprar couves ao pequeno Martinho – um borra-botas, um João-ninguém – sentira Crainquebille uma pancada no estômago; e ao vê-la então fazer-lhe esgares de desprezo, subira-lhe a mostarda ao nariz. Ah! Isso não!

Então, por que o haviam posto à sombra durante quinze dias, se já ele não servia sequer para vender alhos-bravos? Seria justo? Seria direito fazer morrer de fome um pobre homem só porque ele se vira em desacordo com um polícia? Se já não podia vender os seus legumes, só lhe restava arrebentar como um cão.
Como o vinho mal fabricado, Crainquebille ia-se tornando azedo. Depois de ter o bate-boca com dona Laura, tinha-os agora com toda gente. Por dá cá aquela palha punhas os podres das freguesas na rua, e isso sem meias palavras. Sim, senhor! Sem meias palavra. Se se demoravam a apalpar-lhe, mais que o necessário, os legumes, ele as tratava claramente por regateiras, unhas de fome. Igualmente no botequim, descompunha os camaradas. O vendedor de castanhas, seu amigo, que já o não reconhecia, declarava que esse maldito Crainquebille era um verdadeiro porco-espinho. Sim, era inegável: ele ia se tornando inconveniente, intratável, desbocado, insolente. É que, parecendo-lhe imperfeita a sociedade, era-lhe mais difícil que a um professor da escola das ciências morais e políticas o exprimir as próprias ideias acerca dos vícios do sistema e das reformas necessárias, e por isso os seus pensamentos não se desenrolavam em seu cérebro com ordem e medida.

Tornava-o injusto a desgraça. Desforrava-se com os que não lhe queriam mal, e, por vezes, com os mais francos que ele. De uma feita, deu um tabefe no Afonso, o filho do dono do botequim, só porque o rapaz lhe perguntara se era bom o xadrez. Esbofeteou-o, dizendo-lhe:

- Patife! Teu pai Mensagem muito longa. Clique aqui para ver o texto completo.

 No.32

File: 1561692151892.jpg (277,24 KB, 1000x1000, anatole-france-9.jpg) ImgOps Exif Google

VIII
Chegou afinal a miséria, a negra miséria. O velho quitandeiro ambulante, que , de volta do arrebalde de Montmartre, trazia outrora a bolsa abarrotada de peças de cinco francos, já não tinha agora um pataco. Era inverno. Expulso do seu porão, dormia embaixo de carroças, numa cocheira. Mas a chuva, tendo caído durante vinte e quatro dias, fez transbordar os bueiros e a cocheira foi inundada.
Acordado em sua carrocinha, por cima das águas deletérias em companhia de aranhas, ratos e gatos famélicos, Crainquebille meditava envolto pelas sombras. Não havendo ainda comido nada nesse dia, e já não tendo para se cobrir os sacos do vendedor de castanhas, recordava com saudades as duas semanas durante as quais o governo lhe havia dado o pão e as cobertas. Invejou a sorte dos presos, que não curtiam nem fome nem frio. E então, veio-lhe uma ideia.

- Mas se eu lhe conheço a tramoia, por que me não hei de servir dela?

Ergue-se, e ganhou a rua. Pouco passava das onze. O dia estava frio e escuro. Peneirava uma molinha mais fria e mais penetrante que a chuva. Os raros transeuntes cosiam-se às paredes.
Crainquebille, depois de ladear a igreja de Santo Eustháchio, meteu-se pela rua Montmartre, a essa hora deserta, em cuja calçada, nos fundos da igreja, sob um bico de gás, estava postado um polícia. Ao redor da chama, via-se cair esfarinhada uma chuvinha vermelha. O agente, que parecia transido de frio, recebia-a em cheio no capuz; mas, ou porque preferisse a luz ao escuro, ou porque estivesse cansado de caminha, permanecia ali, sob o combustor, dele fazendo talvez um companheiro, um amigo. Na noite solitária, aquela chama trêmula era para ele a única companheira. Dir-se-ia não ser inteiramente humana aquela imobilidade; o reflexo das botas, na calçada molhada, que parecia um lago, prolongava-o para baixo, emprestado-lhe, de longe, o aspecto de um monstro anfíbio, com a metade do corpo fora da água. De mais perto, encapuzado e armado, tinha um ar monacal e militar. Os grosseiros traços do rosto, aumentados ainda pela sombra do capuz, eram tranquilos e tristes. O soldado tinha uns bigodes espessos, curtos e grisalhos. Era um velho policial, homem dos seus quarenta anos.
Crainquebille, aproximando-se dele, devagarinho, disse-lhMensagem muito longa. Clique aqui para ver o texto completo.

 No.33

Autor:

https://pt.wikipedia.org/wiki/Anatole_France.

Deem feedback. Eu tenho que dormir agora, levanto cedo amanhã. Talvez eu não poste nada amanhã, apenas uma biografia mais acurada do Anatole France.

Boa noite.

Sinta-se feliz, você anão leitor, pois não se encontra este texto completo e em português na internet. Pelo menos não de graça.

 No.42

>tfw ninguém deve ter lido o texto que eu passei horas transcrevendo

 No.44

>>42
Eu li, anão. Porém, como não entendo muito de literatura, não sabia o que falar sobre o conto.



File: 1561487125860.jpg (257,55 KB, 659x1000, 119960252SZ.jpg) ImgOps Exif Google

 No.3[Responder]

Podemos ter um fio sobre discussões e recomendações sobre a depósito escritora mais caralhuda da literatura?

Eu começo com um dos meus favoritos. Oito pessoas são convidadas por razões diferentes, a se apresentarem em uma casa isolada localizada em uma ilha, chegando lá encontram com um casal de mordomos totalizando agora, dez pessoas. Misteriosamente cada uma dessas pessoas vai morrendo até que não sobre ninguém "E Não Sobrou Nenhum". E o mais genial, todas as mortes acontecem baseadas neste seguinte poema:

"Dez soldadinho saem para jantar, a fome os move;
Um deles se engasgou e então sobraram nove.

Nove soldadinhos acordados até tarde, mas nenhum está afoito;
Um deles dormiu demais, e então sobraram oito.

Oito soldadinhos vão a Devon passear e comprar chiclete;
Um não quis mais voltar, e então sobraram sete.

Sete soldadinho vão rachar lenha, mas eis;
Que um deles cortou-se ao meio, e então sobraram seis.
Mensagem muito longa. Clique aqui para ver o texto completo.

 No.10

File: 1561512899275.jpg (43,43 KB, 354x500, 51kjk79ygyL.jpg) ImgOps Exif Google

Pra mim esse aí é o que tem de melhor dela mesmo. Lembro que uns anos atrás peguei uns 8 livros dela e li um atrás do outro. Comecei por esse e nenhum dos outros chegou perto. Depois dele, o que gostei um pouquinho mais foi O Homem do Terno Marrom.

Se está com vontade de ler romance criminal e gostou do estilo dela, pode pegar os livros do Poirot pra ler também. Eles costumam ser mais avaliados do que esses romances soltos. Sherlock Holmes também sempre é uma opção.

 No.13

>>10
Baseado anão.

Além do livro relatado possuo outros sete da mesma autora. O Assassinato de Roger Ackroyd e Assassinato no Expresso do Oriente foram os últimos que terminei, e recentemente comecei Um Corpo na Biblioteca Miss Marple como detetive que por enquanto está bem interessante.

Lembro-me de ter lido este romance da pica na época de escola, quando o governo deu uma versão de bolso vagabunda, Um Estudo em Vermelho.



Deletar Mensagem [ ]
Anterior [1] Proximo | Catalog
[ b / mod / d ] [ cri / mu / lit / comp ] [ tv / an / jo / occult / k ] [ porn ] [ tudo / banlist / arquivo ] [ regras / faq / irc ]